Na madrugada do dia 19/10/2012 o impostômetro do ACSP atingiu a marca de 1,2 trilhões de reais, isso somando os impostos arrecadados de âmbito federal, estadual e municipal.
Em 2011, o painel registrou o mesmo valor apenas em 30 de outubro. Ou seja, neste ano a marca foi atingida com uma antecedência de 11 dias.
Que a carga tributária brasileira é pesada isso não é novidade para nenhum cidadão brasileiro, até porque não teria como ser leigo em algo que dedicamos 4 meses de trabalho (aproximadamente) como forma de pagamento de tantos impostos.
Impostos às vezes que muitos desconhecem, mas estão pagando da mesma forma, a grande questão no olhar social não é tanto o pagamento dos impostos, já que é necessário a existência desses para a manutenção do país, e sim a forma que são convertidos para a sociedade. Segurança, saúde, educação, entre outros, deveriam ser áreas nas quais não deveríamos ter problemas, sem mencionar a corrupção, que impede o Brasil de ser uma superpotência (isso já vem desde a colonização portuguesa).
Já no olhar econômico essa carga tributária pesada também é negativa porque intimida investidores e também dificulta a vida de pequenos e médios negócios, vide que essa postura pode fazer que haja um congelamento na economia ou que outros países se tornem mais interessantes para se investir (Índia e China são bons exemplos).
“O volume de taxas e impostos ainda assusta, mesmo com todas as desonerações já concedidas. Esperamos que o governo atue, sobretudo, na desburocratização, na unificação e na redução de impostos, para que haja a uma necessária retomada dos investimentos privados no País", afirmou, em nota o presidente da ACSP, Rogério Amato.
E não para por aí, a expectativa é que o impostômetro chegue a marca de 1,6 trilhões de reais até o último dia do ano.
domingo, 21 de outubro de 2012
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